segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Você Sabia?

Hints os Time Prepositions

Specific situations on time prepositions:

At night (durante qualquer noite) versus in the night (durante uma noite em específico).

Examples:
She likes to study at night.
She had to get up in the night to help her mother.

At Christmas (durante o período festivo) versus on Christmas (durante o sia específico, mesmo que a palavra day esteja omitida da frase).

Examples:
I usually visit my grandparentes at Christmas.
I usually have lunch with my grandparents on Christmas.

On/at Easter (ações diversas) versus for Easter (para reifeições).

Examples:
We visit them on/at Easter.
We eat chocolate for Easter.

Não usamos nenhuma outra preposição antes das palavras before / ofter / nexte / last / this / that.

Examples:
She usually has classes after lunch.
They went to tlhe club last month.
I want to buy a t-shirt this Monday.
Dicas da Professora Patricia.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Turista estrangeiro sofre para conseguir informação em BH


Em inglês.Repórter se passa por ´gringo´ e encontra dificuldades para obter respostas em lugares públicos


A três anos da Copa no Brasil, postos da Belotur e Infraero são mal-avaliados


Estrangeiros que estão a caminho de Belo Horizonte e só se comunicam em inglês precisam treinar mímica e também trazer na bagagem uma boa dose de paciência. Depois de duas semanas fingindo ser um ´gringo´ perdido na capital, resta-me a constatação de que conseguir informações na língua estrangeira nos serviços públicos é um desafio para viajante nenhum colocar defeito.


Dos dez lugares visitados, a maioria deixou a desejar no atendimento. Quando provocados com pedidos simples de ajuda, muitos funcionários de postos oficiais de atendimento ao turista, como os da Empresa Municipal de Turismo (Belotur), se atrapalharam. Ficaram sem resposta perguntas como: "Posso pegar o metrô para ir à Pampulha?" e "Onde fica o banheiro?".


A situação é preocupante quando se leva em consideração a proximidade da Copa do Mundo de 2014, que vai trazer para a cidade muitas pessoas de outros países. Acende-se o alerta também por causa do número crescente de estrangeiros que chegam à capital.


O Relato de um turista. O que eu mais ouvi nos locais aonde fui me passando por um turista foram frases que misturavam palavras em inglês e português e que, no fim, não diziam nada. Um verdadeiro estrangeiro ficaria confuso com os erros de pronúncia e de gramática.


Foi fácil conseguir mapas e panfletos escritos em mais de um idioma. Mas, na hora de obter detalhes sobre os endereços procurados, só mesmo fazendo muito esforço para entender os gestos com braços e mãos.


Ouça na arte animada como foram os atendimentos:
 Minha aventura disfarçado de turista rendeu, além de muita confusão, momentos engraçados e de demonstrações de boa vontade. A primeira reação das pessoas era de nervosismo. No desespero para ajudar, um taxista no aeroporto de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, quase derrubou um colega ao se virar para pegar o celular dentro do carro. Um amigo dele, que domina o inglês, intermediou a conversa pelo telefone.


Também em Confins, o balcão da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), em frente ao portão de desembarque, deveria estar preparado para receber um visitante que fala inglês. Mas o funcionário não entendeu que eu queria ir ao centro da cidade, "downtown".


No posto de informações da Empresa Municipal de Turismo (Belotur) no Mercado das Flores, na região central da capital, a atendente insistia em dizer que o Museu de Artes e Ofícios fica na praça da Liberdade, quando, na verdade, fica na praça da Estação.


Minha aventura disfarçado de turista rendeu, além de muita confusão, momentos engraçados e de demonstrações de boa vontade. A primeira reação das pessoas era de nervosismo. No desespero para ajudar, um taxista no aeroporto de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, quase derrubou um colega ao se virar para pegar o celular dentro do carro. Um amigo dele, que domina o inglês, intermediou a conversa pelo telefone.


Também em Confins, o balcão da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), em frente ao portão de desembarque, deveria estar preparado para receber um visitante que fala inglês. Mas o funcionário não entendeu que eu queria ir ao centro da cidade, "downtown".


No posto de informações da Empresa Municipal de Turismo (Belotur) no Mercado das Flores, na região central da capital, a atendente insistia em dizer que o Museu de Artes e Ofícios fica na praça da Liberdade, quando, na verdade, fica na praça da Estação.


Sinalização
Problemas. Faltam placas com informações em mais de um idioma para orientar os turistas estrangeiros nos locais visitados pela reportagem. Só o aeroporto de Confins se saiu bem nesse quesito.

Publicado no Jornal OTEMPO em 31/07/2011 por JOELMIR TAVARES.

 


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

ENSINO EM BRAILLE



A Wizard é a única escola de idiomas que oferece o ensino de inglês em braile.



Público alvo: Alunos com necessidades especiais do uso do alfabeto Braille. É promovida a integração do aluno a um grupo regular.





"A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável."


Mahatma





História da Língua Francesa

Francesa - História do Mundo

Língua românica pertencente à subfamília itálica que, por sua vez, pertence à família indo-européia. É o idioma do povo francês. Também é a língua oficial da Bélgica, Suíça e de países e regiões que são, ou foram, colônias francesas: Guiana Francesa, África norte-ocidental, Indochina, Haiti, Madagascar e parte do Canadá.

Origens

Os primeiros habitantes da França foram os gauleses, um povo celta. Com a conquista do território por Júlio César, no século I a.C., as tribos gaulesas abandonaram a língua celta e adotaram o idioma das legiões romanas, o ‘latim popular’. No século VII, o latim havia sofrido numerosas modificações devido à invasão dos povos bárbaros de origem germânica e à adoção de palavras gregas.


Evolução
Durante a alta Idade Média, começaram a evoluir duas línguas diferentes: a langue d'oïl, ao norte do rio Loire, e a langue d'oc, ao sul. De cada uma delas originaram-se vários dialetos. Os principais da última língua mencionada são o provençal, o gascão, o languedociano, o auvernês, o lemosino e o bearnês. Esta língua, utilizada por uma importante escola de poetas e trovadores, foi também chamada de provençal. Os dialetos da langue d'oïl receberam o nome das províncias setentrionais nas quais eram falados: frâncico, Île-de-France, região de Paris, normando, picardo (Picardia), pictavino (Poitou) e borgonhês. O francês moderno é a forma derivada diretamente do dialeto da Île-de-France.

Francês como língua internacional

No início do século XVII, François de Malherbe triunfou ao definir uma norma exata para usar palavras francesas em suas obras poéticas e críticas. Um passo decisivo para a reforma foi a compilação do ‘Dicionário’ patrocinado pelo cardeal Richelieu no século XVII, na fundação da Académie Française (1635). Durante o reinado de Luís XIV, o idioma alcançou o ponto culminante de sua história, convertendo-se em língua internacional da Europa, sobretudo no âmbito diplomático e científico.

As mudanças que ocorreram posteriormente limitaram-se a modificar a pronúncia, simplificar a escrita e introduzir neologismos.


Fonte: /www.historiadomundo.com.br

Thomas the tank Engine loses it

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